Vitória para quilombolas da Ilha de Marambaia

26/01/2010


O STJ assegurou a descendentes de escravos, os quilombolas, a posse definitiva de terras situadas na Ilha de Marambaia, no Rio de Janeiro. No voto condutor, o ministro do STJ Luiz Fux afirmou que a Constituição Federal de 1988 garantiu aos remanescentes das comunidades dos quilombos o direito à justa posse definitiva com direito à titulação, conforme estabelece o artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT):

A União disputava a posse com um pescador descendente de escravos, que vive há mais de 40 anos na região, em área de segurança controlada pela Marinha. Além da reintegração de posse, a União pedia uma indenização por perdas e danos no valor de um salário mínimo por dia, a partir da data de intimação ou citação até a restituição do imóvel.

Fux destacou que um laudo solicitado pelo Ministério Público Federal atestou que os moradores da Ilha de Marambaia descendem, direta ou indiretamente, de famílias que ocupam a área há, no mínimo, 120 anos, por serem remanescentes de escravos de duas fazendas que funcionavam no local até a abolição da escravatura.

Segundo a página do próprio STJ, ao debater o tema em sessão, Fux fez duras críticas à estratégia processual da União de promover ações individuais para descaracterizar a comunidade e o fenômeno étnico e coletivo, além de dizer que no Direito brasileiro, na luta entre o possuidor e o proprietário vence o possuidor.

A Comunidade Remanescente de Quilombo da Ilha da Marambaia está localizada em uma área considerada de segurança nacional e controlada por militares. Distribuídas pelos dois pontos extremos da ilha, as antigas casas de alvenaria e estuque abrigam uma população de cerca de noventa famílias descendentes, direta ou indiretamente por meio dos casamentos, de escravos.

Desde que a Marinha do Brasil passou a administrar o local, os moradores começaram a sofrer uma série de restrições com o objetivo de retirá-los da ilha.

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Documentário aborda segregação em formatura nos EUA




Há 30 anos a Corte de Justiça do Misissippi ordenou a desegregação nas escolas do estado, mas isso não acabou com a divisão nas festas de formatura, mesmo após o país ter eleito o seu primeiro presidente negro.

Este é o tópico do documentário “Prom Night in Mississippi”, festa de formatura em Mississippi, em tradução literal, que contou com o apoio do ator Morgan Freeman, nativo do estado. O filme mostra o primeiro baile de formatura interracial em Charlestown, Mississippi, o que aconteceu somente em 2008. Apesar de estudarem durante todo o ano na mesma sala de aula, os estudantes negros e brancos se separam para celebrarem a formatura.

O diretor do documentário, o canadense Paul Saltzman, acompanhou as preparações da festa, entrevistou pais e professores e revelou o nervosismo, a ansiedade e o temor dos alunos quanto à integração.

“Quando eu estava pesquisando para o documentário e perguntava as pessoas “qual o problema em ter um baile de formatura com negros e brancos celebrando juntos?”, a resposta mais comum era “Bem, os negros usam drogas, fazem uso de violência, etc”.

Apesar do incentivo dado pelo ator Morgan Freeman, que pagou pela festa de formatura, alguns estudantes brancos decidiram por fazer a sua festa segregada. Somente alunos brancos foram convidados para a festa que, segundo com um advogado que representou o grupo, foi mera coincidência que todos os que atenderam eram brancos.

A estudante Jessica Shivers, que é branca, disse que foi uma ótima experiência e diz não entender o porquê das pessoas terem receios quanto à integração.

Já o estudante negro Chasidy Buckley desabafou: “Já não fazia mais senso a festa separada porque nós fazemos tudo juntos”.

Heather e Jeremy eram o único casal interracial se formando. O pai de Heather, que é branca, não aprova a relação dos dois e disse que gostaria que eles se separassem. Mas o casal já faz planos para um futuro juntos. Na escola, os dois esconderam a relação dos amigos e familiares, mas viram na festa de formatura, a chance de trazer à tona o romance.

O filme aborda, mas infelzmente superficialmente, as causas do receio dos pais brancos de que os filhos dançem com amigos negros na formatura. A resposta do filme foi sexo e o estereótipo do homen negro de ser agressivo sexualmente.

No final, a formatura foi como qualquer outra; Todos dançaram e socializaram juntos, porém, não é difícil apagar da mente a informação de que alguns alunos optaram por não estar ali.

Assista o trailer (em Inglês)

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Movimento negro pede expulsão de cônsul haitiano

21/01/2010


Uma semana após virem à tona declarações racistas do cônsul do Haiti no Brasil, George Samuel Antoine, organizações negras, líderes religiosos e intelectuais de todo o país estão manifestando-se e pedem sua expulsão imediata do Brasil.

Sem saber que estava sendo gravado pela equipe do SBT, (assista o vídeo) Antonie diz que a culpa do terremoto que destruiu o Haiti foi do Vodu, religião da origem africana popular naquele país. “Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem uma maldição?” e afirma que a catástrofe, que vitimou centena de milhares de haitianos, foi boa para o Consulado "A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido?”, afirmou o representante do país no Brasil. “Todo lugar que tem africano lá tá f...", completa.

As afirmações exibidas no último dia (14), no jornal "SBT Brasil", causaram indignação dos ativistas negros Para Silvio Humberto Cunha, diretor do Instituto Steve Biko “essa declaração demonstra como o racismo não tem fronteiras, as pessoas vêm os negros como sub-humanos”. Silvio Humberto pede que Itamaraty tome medidas energéticas em relação ao caso e conclama o movimento negro a se posicionar.

Cufa entra com ação civil

A Central Única das Favelas comunicou ontem (20/1) que entrou com uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo solicitando a instalação de um inquérito.

O vídeo já foi traduzido para inglês e espanhol e está causando uma série de manifestações internacionais, sobretudo por somar-se às declarações do pastor americano Pat Robertson dono do canal "Christian Broadcasting Network" quando afirmou que a causa do terremoto foi um "pacto com o diabo" realizado pelos haitianos para que o país se tornasse independente da França.

Vale lembrar também o comentário infeliz feito pelo jornalista Arnaldo Jabor para quem uma das causas da falta de democracia no Haiti são as “raízes africanas tribais e bárbaras”.

A presidente do Conselho do Desenvolvimento da Comunidade Negra da Bahia (CDCN), Vilma Reis, afirma que o discurso do Antonie reflete o pensamento racista dominante “ele apenas verbalizou o que maioria dos racistas pensa sobre nós” e lembra que muitos diplomatas vivem da miséria do povo haitiano fazendo carreiras nos órgãos internacionais.

Ao saber que suas declarações haviam sido gravadas, o cônsul tentou se desculpar afirmando que seu avô, que foi presidente do país no final do século XIX, havia nascido na África “e que estava nervoso por causa do terremoto”.

Antoine também disse que ainda não dominava o português, embora esteja no Brasil desde 1.975, há 35 anos. “Meu português não é bom. Jamais desejaria mal ao meu país. Não estou falando que estou perfeito e nem estou acostumado com tantas pessoas me acompanhando [referindo-se à imprensa]”, disse Antoine, que é presidente da Associaçao dos Cônsules do Brasil. “Eu falo diversos idiomas, mas não estudei português, erro às vezes”, tentou ainda remendar.

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A tragédia do Haiti é nossa também

16/01/2010




O primeiro país das Américas a extinguir a escravidão e a segunda nação a conquistar sua independência, a primeira foi os Estados Unidos. Um país de povo preto, finalmente governado por preto. Parecia um sonho inédito conquistado nas Américas, mas vieram guerras, ditadores, exploração estrangeira, furacões, doenças e, finalmente, um terremoto. O Haiti é exemplo vivo da Lei de Murphy: qualquer situação, por pior que seja, está sujeita a agravamentos.

No início do século XIX, o Haiti era a colônia mais produtiva das Américas Como o país se tornou o mais pobre das Américas, talvez um dos mais pobres do mundo?

Em média, um haitiano vive com dois reais ao dia. Água potável e saneamento básico são luxos naquele país. Na verdade, sua independência política consistiu num abandono de território. As plantações de cana de açúcar haviam esgotado o solo, quando Napoleão entregou a ilha à sua própria sorte. A República negra sofreu boicotes desde seu início e tornou-se um “encrave negro”.

As fotos dos corpos empilhados pelas ruas chocam; a sensação de não saber o que fazer para ajudar deprime. A tragédia do Haiti é nossa também.

Para ajudar:

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) recebe doações só em dinheiro. Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:

Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha

Banco: HSBC

Agência: 1276

CC: 14526-84

CNPJ: 04359688/0001-51

No caso de doações por meio de transferências bancárias, é preciso acrescentar o código 00200 no campo finalidade.

O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em "Donate", escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.

A ActionAid, organização internacional sem fins lucrativos, também está recebendo doações. Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, o interessado pode fazer uma doação pelo telefone 0300 789 8525, das 10h até as 18h, de segunda a sexta-feira, ou pelo site da entidade. A doação mínima é de R$ 10.

A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (15) uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto. Os depósitos serão encaminhadas para o Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária (OCHA, sigla em inglês).

Doações podem ser realizados em toda a rede da Caixa e não há valor mínimo. Os dados para fazer depósito são os seguintes:

Nome: PNUD - Haiti

Banco: Caixa Econômica Federal 
Agência: 0647 
Operação: 003 
Conta: 600-1

Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:

(61) 3411-8803 
(61) 3411-8805 
(61) 3411-8808 
(61) 3411-8817 
(61) 3411-9718 
(61) 8197-2284

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Torcedores são punidos por racismo na Itália




A Justiça Desportiva da Itália puniu nesta semana a torcida da Juventus pelos atos de racismo contra o atacante da Inter, Mario Balotelli, que possui ascendência ganesa e é nascido em Palermo.
As manifestações aconteceram na partida da Juventus contra o Napoli, na quarta-feira, pela Copa da Itália.

Por causa dos cânticos racistas dirigidos a Balotelli, a justiça esportiva italiana ordenou o fechamento do setor do Estádio Olímpico de Turim conhecido como Curva Sul, onde fica a facção mais radical da torcida do Juventus.

Usar o futebol para expressar seu ódio racial não é um hábito recente na Europa. Brasileiros como os zagueiros Roque Júnior e Juan já sofreram este tipo de discriminação. Quando jogava no Bayerl Leverkusen, Juan foi vítima de ofensas durante um jogo contra o Real Madrid no Santiago Bernabéu. O camaronês Samuel Eto'o, quando atuava pelo Barcelona, já pensou até em abandonar uma partida contra o Zaragoza por causa do racismo da torcida adversária. Infelizmente, muitos outros casos parecidos já foram vistos pelos campos de futebol, especialmente na Europa. Normalmente, os clubes são multados, mas sinceramente isso não vai resolver o problema. Ano passado, a Uefa decidiu autorizar os árbitros a encerrar a partida e decretar a vitóra do time do jogador ofendido em casos de racismo da torcida

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Beyoncé, em nota, tenta se explicar por show polêmico

11/01/2010




Segundo os responsáveis pela agenda de shows da diva, a apresentação não foi para o coronel Moutassim Bilal “Hannibal” Gaddafi, conhecido por uma extensa lista de agressões a mulheres, e sim para o seu irmão Muatsim-Billah Gaddafi.

"A festa em St. Barth na noite de Ano Novo, com apresentação de Beyoncé, teve como anfitrião Muatsim-Billah Gaddafi, e não seu irmão Moutassim Bilal “Hannibal” Gaddafi, como havia noticiado a imprensa.

Os agente e empresários da cantora foram os responsáveis pela decisão de confirmar o show privado. A festa anual tem histórico de convidar artistas americanos e internacionais para eventos ao redor do mundo, inclusive Cannes.

Outras apresentações em St.Barth já foram feitas por Timbaland, Enrique Iglesias e Mariah Carey. Em 2009, além de Beyoncé Usher e Lindsay Lohan também participaram da festa", dizia o comunicado.

Polêmica

Beyoncé está sendo criticada pela perfomance, em que ganhou U$ 2 milhões para cantar apenas cinco músicas. No site da cantora, alguns fãs se dizem decepcionados com a atitude da cantora: "Uma mulher de negócios inteligente iria conferir o histórico das pessoas com quem faz negócios. Se estivéssemos falando do irmão de Osama Bin Laden alguém a defenderia?", escreveu um fã.

Outros preferem mandar mensagens de apoio a cantora: "Tudo não passou de um mal entendido. Foi mais um trabalho"

Segundo os responsáveis pela agenda de shows da diva, a apresentação não foi para o coronel Moutassim Bilal “Hannibal” Gaddafi, conhecido por uma extensa lista de agressões a mulheres, e sim para o seu irmão Muatsim-Billah Gaddafi.

"A festa em St. Barth na noite de Ano Novo, com apresentação de Beyoncé, teve como anfitrião Muatsim-Billah Gaddafi, e não seu irmão Moutassim Bilal “Hannibal” Gaddafi, como havia noticiado a imprensa.

Os agente e empresários da cantora foram os responsáveis pela decisão de confirmar o show privado. A festa anual tem histórico de convidar artistas americanos e internacionais para eventos ao redor do mundo, inclusive Cannes.

Outras apresentações em St.Barth já foram feitas por Timbaland, Enrique Iglesias e Mariah Carey. Em 2009, além de Beyoncé Usher e Lindsay Lohan também participaram da festa", dizia o comunicado.

Polêmica

Beyoncé está sendo criticada pela perfomance, em que ganhou U$ 2 milhões para cantar apenas cinco músicas. No site da cantora, alguns fãs se dizem decepcionados com a atitude da cantora: "Uma mulher de negócios inteligente iria conferir o histórico das pessoas com quem faz negócios. Se estivéssemos falando do irmão de Osama Bin Laden alguém a defenderia?", escreveu um fã.

Outros preferem mandar mensagens de apoio a cantora: "Tudo não passou de um mal entendido. Foi mais um trabalho"

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"Preciosa" revela toda sua sensualidade em ensaio para a Harper's Bazaar





A estrela do filme “ Preciosa”, Gabourey Sidibe, revelou toda a sua exuberância e confidência na edição deste mês da revista Harper’s Bazaar.

“As pessoas sempre me perguntam, “você é tão segura, de onde vem tudo isso?” Vem de mim mesma. Um dia eu decidi que eu era linda, então eu continuei a minha vida com se eu fosse uma menina bonita. Eu visto cores que eu gosto, uso maquiagem que me cai bem e isso realmente ajuda. Não me preocupo como o mundo me vê, mas como eu vejo a mim mesma”, disse a estrela do momento que foi recentemente indicada ao Globo de Ouro.

Dirigido por Lee Daniels, o longa conta a história de Claireece Precious Jones, jovem que sofre todo tipo de privação na juventude: cresce pobre, analfabeta e sem amor. Claireece também é mãe de uma criança portadora de Síndrome de Down que é cuidada pela avó. Ao ficar grávida pela segunda vez, ela acaba encontrando refúgio das mazelas da vida em uma escola alternativa.



Baseado no livro “Push”, de Sapphire, e com nomes como Oprah Winfrey e Tyler Perry na produção, “Preciosa” traz nomes de peso no elenco como Lenny Kravitz e uma Mariah Carey irreconhecível como uma assistente social. O filme estreia dia 29 no Brasil.

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Cai na rede vídeo da nova música da Sade




Finalmente, caiu na rede o vídeo da música “Soldier of Love,” da cantora Sade. Está é a primeira música que a banda lança em quase dez anos. Quando perguntada o porquê de tanta demora, Sade respondeu:
“Eu só gravo álbums quando eu sinto que tenho algo a dizer. Não estou interessada em lançar músicas somente para vender. Sade não é uma marca”.
Comercial ou não, nós estamos felizes em ter a banda de volta, apesar de eu não ter gostado muito de “Soldier of Love”, muita infusão eletrônica e pouco espaço para voz da Sade brilhar. Espero ansiosamente o cd, que estará nas lojas no dia 8 de fevereiro.

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Halle Berry lança novo perfume




Halle Berry não para. A atriz está lançando o seu segundo perfume, Pure Orchid (orquídea pura), em tradução literal. Parece que a nova fragância floral tem essência de madeira com toque de cactus, limão, amora entre outros. O preço nos Estados Unidos será entre $17- $28 dólares. A primeira fragância da atriz, que ainda não está disponível no Brasil, foi um enorme sucesso de vendas nos Estados Unidos.

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Cabelos: sites dão dicas para pais adotivos de crianças negras




Cuidar do cabelo de criança negra não é tarefa fácil. Diversas questões surgem na cabeça dos pais- Manter as madeixas naturais ou alisá-las, questões de identidade racial e aceitação. Porém, se torna ainda mais complicado quando os pais não têm nenhum conhecimento sobre cabelo crespo. Isso é o que acontece com vários pais adotivos brancos que têm filos negros ou birraciais.
Pesquisando na internet, hoje, produtos para cabelo afro, descobri uns sites americanos bem interessantes que dão dicas para esses pais de como tratar das madeixas dos seus pequenos.



















Os cuidados com o cabelo liso são completamente diferentes daquele que se deve ter com o cabelo crespo, então é mais do que natural que os pais tenham muitas dúvidas sobre o assunto. Os sites ensinam desde como pentear o cabelo no dia-a-dia, trançar e como lidar com as questões que irão surgir no futuro sobre a diferença étnica entre pais e filhos.

Pais adotivos têm milhares preocupações e, apesar do cuidado com o cabelo ser extremamente importante, tratar das madeixas dos filhos adotivos de descendência Africana não deve ser um deles. Pelo contrário, pode ser uma importante iniciativa para aproximar pais e filhos e criar mais vínculos entre a família. Porém o mais importante é que os pais entendam e aceitem que o cabelo é crucial para a identidade cultural dos filhos negros.
Sites em Inglês:




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Tá faltando preto na passarela

07/01/2010




Os fashionistas estão eufóricos com o início de mais uma temporada de desfiles com o início do Fashion Rio amanhã (8/2) , mas a pergunta que inquieta Prêta-à-Porter é se veremos mais modelos negros na passarela este ano?

No ano passado, o Ministério Público de São Paulo e a organização do São Paulo Fashion Week - maior evento de moda do País - fecharam um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que prevê cota para a participação de ao menos 10% de modelos negros nas passarelas. O documento prevê multa de R$ 250 mil caso as grifes não cumpram a medida.

Mas será que cota na moda é a melhor solução para o problema? Qual seria a real causa por não vermos modelos negros nas passarelas brasileiras_ A resposta não é fácil, já que ninguém esta disposto a falar abertamente sobre o assunto e fica num jogo de empurra-empurra.

Os estilistas culpam as agências por não mandarem modelos negros para os castings.
"A oferta de modelos negros é menor", disse o estilista Alexandre Herchcovith. "São as agências (de modelos) que têm que fazer um trabalho maior para recrutar mais negros, não acho que é culpa do estilista."

Helder Dias, diretor da HDA Models, que agencia 250 modelos negros, diz que a decisão do MP é positiva, já que, na moda, "o preconceito é escancarado." "Nossa agência completou nove anos de existência. Durante todo este período, a frase que mais ouvi foi a de que o modelo não atende ao perfil e não representa o cliente", lamenta Dias.

O agente de modelos Bruno Soares explica a polêmica pela ótica financeira, afinal de contas, quem consome as grifes que desfilam no SPFW é uma maioria branca, de classe social mais alta.

"Além do preconceito racial, o preconceito social é muito mais forte", disse. "Na França, eles colocam um monte modelos asiáticas porque a Ásia virou um grande investidor, por exemplo."

Sejam quais forem as explicações, acho que nada justifica a falta de diversidade brasileira no mundo da moda que, cá entre nós, não é a única que não representa propriamente a multiplicidade brasileira. Mas isso já é assunto para um outro post.

Acho que parte dos problema somos nós, negros, que muita das vezes não forçamos a nossa voz. Quem está no poder não quer dividir, cabe a nós pressionarmos a nossa entrada.

Vou acompanhar de perto o Fashion Rio e atualizando o blog. Fique ligado!



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Elza Soares apresenta seu novo show, "Operária Brasileira", no Rio




Em entrevista publicada no jornal O Globo de hoje, a cantora Elza Soares garante que o título de seu novo show, "Operária brasileira", que estreia hoje, no Teatro Rival, não se trata de uma licença poética. "Posso ter trocado o tanque de lavar roupa por palcos e estúdios, mas continuo uma batalhadora", diz ela. 
A cantora emendou:
"O povo pensa que artista nunca trabalha, mas ele é um operário eterno. Só que a marmita que antes levava farofa, ovo e banana, agora está repleta de canções de um monte de compositores".
Quando indagada pelo repórter se com ingressos custando R$ 60 a inteira, os operários terão chance de assistir ao show  no Teatro Rival, Elza respondeu: 
"Vou responder essa com "more or less", "maybe". Mas, falando sério, se a gente quisesse levar vantagem, iria procurar outro lugar para se apresentar. E o Rival é bem bacana, bem localizado, no Centro do Rio, com acesso fácil para gente de toda a cidade, reunindo um povo que realmente gosta de música, que vai lá para aplaudir mesmo".
Com direção musical do violonista e arranjador João de Aquino, em seu repertório Elza passa por "Três apitos" (Noel Rosa), "Construção" (Chico Buarque), "O trem atrasou" (Roberto Paiva) e "Nos bailes da vida" (Milton Nascimento e Fernando Brant).
Teatro Rival PetrobrasDe 7 jan 2010 até 9 jan 2010 qui, sex, e sáb 19:30 R$ 40.00 (os cem primeiros espectadores, setor B); R$ 50.00 (setor B); R$ 60.00 (setor A)

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Beyoncé e Jay-Z, o casal mais poderoso de Hollywood





O que acontece quando uma marca de Hip Hop que vale $82 milhões de doláres casa com um império do R&B que vale $80 milhões de doláres? Bem, a resposta é simples. Surge o casal mais bem pago de

Hollywood.

Graças a um ano de grande sucesso com música, filmes, fashion e publicidade, Jay-Z e sua esposa, Beyoncé Knowles, ganharam $162 milhões de doláres entre 1 de junho de 2007 e 1 de junho de 2008, de acordo com a lista dos casais mais poderosos do entretenimento da revista Forbes.











Will Smith e sua esposa Jada Pinkett Smith ficaram com o segundo lugar com um lucro anual de $85 milhões de doláres, praticamente a metade do que ganhou Beyoncé e Jay-Z!!!

A lista também inclui David e Victoria Beckham, Angelina Jolie e Brad Pitt. Veja a lista completa em fotos.

1. Jay Z and Beyonce – U$162 milhões

2. Will Smith and Jada Pinkett Smith – U$85 milhões

3. Victoria Beckham and David Beckham – U$58 milhões

4. Tim McGraw and Faith Hill – U$35 milhões

5. Angelina Jolie and Brad Pitt – U$34 milhões

6. Judd Apatow and Leslie Mann – U$30 milhões

7. Gwen Stefani and Gavin Rossdale – U$28 milhões

8. Keith Urban and Nicole Kidman – U$25 milhões

9. Eva Longoria and Tony Parker – U$22.5 milhões

10. Harrison Ford and Calista Flockhart – U$22 milhões


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